Deus, envia-nos loucos
que se comprometam a fundo,
que se esqueçam,
que amem mais do que em palavras,
que se dêem pela verdade e até ao fim.
Precisamos de loucos,
de insensatos,
de apaixonados,
capazes de saltar para a insegurança:
para o desconhecido, cada vez mais escancarado, da pobreza.
Precisamos de loucos do presente,
apaixonados pela vida simples,
amantes da paz,
sem compromisso,
decididos a nunca trair;
que desprezem a sua vida,
capazes de aceitar seja qual for a tarefa
e partir para qualquer lado:
simultaneamente livres e obedientes,
espontâneos e tenazes,
afáveis e fortes.
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